Eu sempre desejei ter um amor
Que completasse minha triste lida,
Alguém que me enchesse de calor
E compreendesse a dor por mim vivida.
Não esperava encontrá-lo agora,
Muito menos num mundo sério e cinza!
E quando ouvi tua voz vinda de fora,
Perdi a razão que me restava ainda.
Olhei teus olhos castanhos me fitando,
E decidi, ali mesmo, que enquanto
Viver, sou tua e és meu, amor ardente
E dei-me por inteira a tua vontade...
Sempre sonhando com a eternidade
De mãos dadas contigo, ao Sol poente.
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Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem.
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também...
.. Mário Quintana ..